“ As três grandes agências de qualificação (Moody’s, Standart & Poor’s e Fitch) destinaram, conjuntamente, no primeiro semestre do ano 1,76 milhões de dólares em acções de lobbying para influir o Congresso dos Estados Unidos que está debatendo medidas mais rigorosas de regulação do sector, segundo uma investigação da Associated Press (AP).
Enquanto condicionavam a acção legislativa do Congresso, as três agências avisaram que haviam colocado em revisão a qualidade dos títulos de dívida pública americana. E a S&P, inclusivamente, resolveu baixar a notação, o que causou, na semana passada o afundamento das bolsas de todo o mundo.
A nota da AP acrescenta "os analistas sublinham o potencial conflito de interesses pelo jogo duplo das agências de rating, que qualificam a dívida ao mesmo tempo que pressionam o Congresso". E cita David Dapice, da Universidade de Tufts (Massachusets): "É óbvio que o actual sistema é imperfeito e que na base há conflito de interesses".
Na macroinvestigação que levou a cabo após o crash finaceiro, o Congresso dos Estados Unidos concluiu que as agências de rating tiveram um papel "chave" na crise e que "esta não teria tido lugar sem as agências".
(...)”
A nota da AP acrescenta "os analistas sublinham o potencial conflito de interesses pelo jogo duplo das agências de rating, que qualificam a dívida ao mesmo tempo que pressionam o Congresso". E cita David Dapice, da Universidade de Tufts (Massachusets): "É óbvio que o actual sistema é imperfeito e que na base há conflito de interesses".
Na macroinvestigação que levou a cabo após o crash finaceiro, o Congresso dos Estados Unidos concluiu que as agências de rating tiveram um papel "chave" na crise e que "esta não teria tido lugar sem as agências".
(...)”
E o artigo prossegue com mais revelações…
PESTÁCLARO!

Sem comentários:
Enviar um comentário